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segunda-feira, 10 de março de 2014

MOMENTO DE SAUDE


DESNUTRIÇÃO
A desnutrição pode ser o resultado de pouca alimentação ou alimentação excessiva.
Ambas as condições são causadas por um desequilíbrio entre a necessidade do corpo e a ingestão de nutrientes essenciais.
Subnutrição
É uma deficiência de nutrientes essenciais e pode ser o resultado de uma ingestão insuficiente devido a uma dieta pobre; de uma absorção deficiente do intestino dos alimentos ingeridos (má absorção); do consumo anormalmente alto de nutrientes pelo corpo; ou da perda excessiva de nutrientes por processos como a diarréia, sangramento (hemorragia), insuficiência renal.
Hipernutrição
É um excesso de nutrientes essenciais e pode ser o resultado de comer demais (ingestão excessiva); ou do uso excessivo de vitaminas ou outros suplementos.
A desnutrição se desenvolve em fases: primeiro ocorrem alterações na concentração de nutrientes no sangue e nos tecidos, a seguir acontecem alterações nos níveis de enzimas, depois passa a ocorrer mal funcionamento de órgãos e tecidos do corpo e então surgem sintomas de doença e pode ocorrer a morte.
O corpo necessita de mais nutrientes durante certas fases da vida, especialmente na infância e adolescência; durante a gravidez; e enquanto a mãe está amamentando. Na velhice as necessidades alimentares são menores, mas a capacidade de absorver os nutrientes também está freqüentemente reduzida. Assim, o risco de subnutrição é maior nestas etapas da vida, e ainda mais entre pessoas economicamente desprovidas.
Avaliação nutricional
Para avaliar o estado nutricional de uma pessoa, o médico precisa conhecer a dieta e problemas médicos que possam existir, realizar um exame físico, e algumas vezes solicitar exames de laboratório - os níveis sangüíneos de nutrientes e substâncias que dependem dos níveis destes nutrientes (como hemoglobina, hormônios da tiróide e a transferrina) podem ser medidos.
Para determinar a história dietética de uma pessoa, o médico pergunta que alimentos foram comidos nas 24 horas prévias e que tipos de alimentos normalmente são consumidos. É muito comum pedir à pessoa que mantenha um diário de comida no qual ele anote tudo o que comer durante alguns dias. Durante o exame físico, o médico observa o aspecto geral e o comportamento da pessoa bem como a distribuição da

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CONTROLAR O SAL, AÇÚCAR E PESO AJUDAM A PREVENIR DOENÇAS RENAIS      

Você já tomou água hoje? A pergunta simples esconde um objetivo audacioso: sensibilizar o maior número de pessoas para a saúde renal e está sendo repetida em 150 países onde a campanha de conscientização é realizada, afinal a água ajuda esses órgãos -  que são os responsáveis por filtrar as impurezas do sangue, regular a composição do organismo e a pressão arterial – a trabalhar melhor e a diluir as toxinas presentes no organismo.

A mobilização em favor dos rins se justifica nos estudos realizados pela Sociedade Internacional de Nefrologia e a Federação Internacional de Fundações do Rim – idealizadores da proposta – que apontam que cerca de 600 milhões de pessoas em todo o mundo têm alguma forma de lesão renal. Na verdade, uma em cada dez pessoas tem algum grau de Doença Renal Crônica (DRC), e para a próxima década está previsto um aumento de 17% dos casos. A doença é considerada um problema global de saúde pública.
As pesquisas também detectaram que metade das pessoas com 75 anos ou mais tem algum grau de DRC. A doença renal pode afetar pessoas de todas as idades, mas após os 40 anos, a filtração renal começa a diminuir, cerca de 1% por ano. Daí a necessidade de cuidar da saúde desse órgão bebendo muita água, mantendo hábitos saudáveis e evitando os excessos alimentares. 
Na maioria dos casos, as doenças renais se desenvolvem silenciosamente. Sinais como a sensação de inchaço, a pressão aumentada, cansaço e alterações urinárias são facilmente confundidos com outras enfermidades, principalmente quando já se tem uma idade avançada, e só se manifestam nas situações de maior gravidade.
Prevenção simples
De acordo com o professor de Medicina e Nefrologia da Escola Paulista de Medicina (Unifesp) e autor de diversos livros sobre o assunto, Nestor Schor, medidas simples fazem toda a diferença no momento de prevenir as doenças renais crônicas, o aparecimento de cálculos (pedra nos rins) e garantir a saúde desses órgãos.
“Beber um copo de água toda manhã é uma forma de sensibilizar as pessoas, mas é fundamental fazer o controle de doenças como ahipertensão e diabetes, maiores responsáveis pela deterioração dos rins”, esclarece.
Com uma postura parecida, a também nefrologista do Hospital Português Margarida Dutra diz que pessoas com essas duas doenças e seus familiares devem ficar mais atentos para o diagnóstico precoce, mas que é fundamental que nos exames periódicos, as pe
“Com essas investigações simples,que podem ser feitas nos exames rotineiros, é possível fazer um controle e interferir antes que o problema se torne crônico e exija terapias renais substitutivas, como a hemodiálise ou o transplante”, esclarece a médica. 
Excessos
Na lista das medidas simples que colaboram com o funcionamento dos rins, o nefrologista Nestor Schor ressalta ainda que a ajuda dada aos rins termina por favorecer a saúde de um modo  geral e aponta a importância na redução do consumo de sal; o controle no uso do açúcar, proteínas e gorduras; além da prevenção da obesidade que, por sua vez, também é fator de risco para o desenvolvimento da ssoas conversem com os seus médicos e peçam a aferição da creatina nos exames de sangue e a quantidade de proteína na urina.
diabetes e hipertensão.
“Estudos da Organização Mundial de Saúde (OMS) apontam que o brasileiro consome 12g de sal por dia, quando o máximo preconizado é a metade disso”, esclarece o médico, destacando que o sal colabora para o aumento da pressão arterial. O mesmo vale para o consumo excessivo das proteínas e açúcares que sobrecarregam os rins.
O médico lembra que a prática de exercícios é recomendada porque além de favorecer a saúde de um modo geral, quem pratica atividade física, periodicamente, mantém o peso equilibrado e permite que uma quantidade maior de sangue chegue ao órgão. “Uma pessoa com sobrepeso ou obesidade está com inflamação celular e essa situação maltrata o rim pela quantidade de toxina que precisa ser tratada, daí a necessidade de combater o excesso de peso”, finaliza. As informações são do Correio.

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Quem sou eu: EU SOU BRUNO MARCELO LOCUTOR DA RADIO COMUNITARIA FM 87,9